sexta-feira, 25 de março de 2011

Ajudem-me

Então minhas lindas (os), acho que já deu pra reparar, que tenho poucos leitores no blog.. E por este motivo venho pedir humildemente, para que divulguem o blog para amigos (as), e conhecidos.. Eu ficaria muito grata! *-*

quarta-feira, 9 de março de 2011

Capitulo 07

Acordei quase morta, pois no dia anterior Fred ficou até tarde comigo, tomei meu banho diário da manhã, coloquei meu uniforme escolar, e quando ia descendo as escadas ouço uma buzina em frente minha casa, Claire quem atendeu, e era Fred:

- Princesa, vim lhe buscar. -sorriu.

- Espera que só irei tomar café e já vamos. -retribui o sorriso.

- Eu espero.

Fui-me em direção a cozinha, tomar meu café da manhã e avistei minha mãe conversando com um rapaz no fundo do quintal de casa, mas preferi não me importar muito.

- Fred quer vim tomar café comigo amor? -soou estranho o "amor" saindo de minha boca e se referindo a Fred.

- Não obrigada princesa, já tomei. -deu o seu mais lindo e perfeito sorriso.

Terminei de tomar meu café em paz, porque hoje iria de carro com Fred, e fui ao quintal me despedir de minha mãe, e escutei um trecho da conversa dela com o rapaz.

- "Você quem escolhe, ou fica comigo, ou eu atormento a sua vida (...). Os interrompi.

- Mãe?

- A-ah sim querida. -sorriu falsamente, percebi.

- Estou indo para o colégio, beijos eu te amo.

- Beijos querida, a mamãe também lhe ama, muito. -deu novamente um sorriso falso.

Adentrei no carro de Fred, e enquanto ele tagarelava como sempre, fiquei pensando no que o homem dissera a minha mãe.

- Chegamos. -Fred desligou o carro e eu sorri, sem dizer nada.

Saímos de dentro do carro, e Fred me abraçou, neste momento, parecia que o colégio todo tinha se paralisado para nos ver passando, e enquanto andávamos, ouvíamos alguns comentários indesejados. Dirigimos-nos em direção a mesa dos populares, e no mesmo instante que Matteo nos viu abraçados e de aliança, ficou com uma cara de decepção.

- E aí galera. -sorriu Fred cumprimentado a todos.

- E aí Fred, e aí Alícia. -todos retribuíram o "e aí" do Fred, e me cumprimentaram também, estranho.

Falei a Fred que iria ao banheiro, mas não fui, na realidade, fui sentar-me de baixo da tão conhecida árvore, e pensar um pouco...

Fred narrando on

Assim que Aly saiu para ir ao banheiro, fui conversar com o Mat, pois ele estava diferente.

- Dude, o que houve?

- Não enche. -ele falou friamente.

- Dude o que houve? -preferi não me importar com a tal frieza dele.

- Já disse, não me enche.

- Vou te encher até você me falar o que houve. -insisti.

- Quer realmente saber o que houve, seu cretino?

- Sim. -sorri torto, e não me importei novamente com o que acabara de ouvir.

- Simples, eu lhe falo da mulher da minha vida, digo tudo que já aconteceu com nós dois, e quando ela retorna você vai e dá o bote, assim como uma cobra traiçoeira faz. -respirou fundo, já com os olhos cheios de lágrimas. - Eu pensei que você fosse o único e verdadeiro amigo que eu tinha, mas não, você é um traíra. -neste momento, já caiam muitas lágrimas de seus olhos, e eu igualmente. -A Alícia volta depois de três anos de sofrimento para mim, e eu pensando que iria conseguir o amor dela novamente, fui muito tolo. -balançou a cabeça.

- Dude, desculpe, eu a amo, assim como você a ama cara. Desde o dia em que Alícia voltou você nem se quer demonstrou amor por ela, você acha que ela iria vir correndo para você? -ele fez sinal de negatividade com a cabeça. - É tenho certeza que não, então desde o dia em que você me falou dela, sonhei todos os dias em tê-la para mim, e em encontrá-la, e o dia chegou, eu a encontrei, e lutei para conseguir o que eu queria, e hoje eu a tenho me desculpe, não tenho culpa!

- Tudo bem, fiquei nervoso ao vê-los abraçados, foi péssimo irmão. Mas saiba, ela não será sua para sempre, eu lutarei assim como você, para tê-la novamente para mim. -ele sorriu limpando as lágrimas e eu retribuí.

Fred narrando of

Depois de muitos pensamentos e confusões em minha mente, soou o sinal para o início das aulas, fui-me em direção da sala, quando adentrei, pude ver Fred com olhares furiosos para mim.

- Onde você estava Alícia? -disse-me ele com um tom tanto quanto alto.

- Não grite Fred. Eu fui ao banheiro como lhe falei. -disse calma.

- Demorou tanto, o que fez lá? -agora sua voz já estava mais calma, mas ainda com som de nervoso.

- Fred, sou uma mulher, tenho cabelos para arrumar, maquiagem para retocar, enfim. E não tem porque de se estressar. -sorri e dei um breve selinho nele.

A aula começou, e quando menos esperei acabou, e assim foi durante o dia todo, tudo passou muito rápido, quando fui ver, já estava em casa, jantando juntamente com Claire.

- Claire... Você sabe da minha mãe? -falei preocupada, pois não vira ela desde manhã, e hoje era seu dia de folga.

- Querida, ela ficou fora desde manhã, e não deixou recado.

- Vou ligar para ela.

- Ah, já liguei, mas sempre cai na caixa postal.

- Vou ligar até ela me atender. -sorri falso, pois estava nervosa.

Liguei umas cinco vezes, até que atendeu:

- Alô, mãe?

- Oi minha querida.

- Onde você está? -tentei ser o máximo de calma.

- Estou na casa de um amigo querida, logo estou em casa. -sentia que era mentira.

- Me fale o endereço, que eu vou até ai com você, para passar tempo mesmo. -joguei.

- Querida, a mamãe precisa desligar, até daqui a pouco, te amo.

Antes que eu respirasse para responder, apenas escutei o tu- tu- tu do celular. Como assim a minha mãe sai, desde manhã, e não atende o celular, nem da notícia, e quando atende é fria assim? Fiquei sentada no sofá assistindo qualquer coisa que estava passando na televisão, até que escuto a porta se abrindo bem quieta.

- MÃE?

- Oi querida. -sorriu.

- Porque demorou tanto assim?

- Estava me divertindo um pouco. -neste instante ela tirou a blusa de frio, e pude ver roxos em seus braços.

- E está diversão se relaciona com esses roxos? -ela ficou nervosa, reparei.

- Querida temos que ir dormir. Amanhã eu tenho que trabalhar e você ir ao colégio. -fogiu do assunto.- boa noite, te amo.

Ela saiu antes que eu respondesse, e foi dormir. Não pude fazer nada, apenas ir dormir preocupada com os roxos em seus braços